7 provas da genialidade da J.K Rowling em Harry Potter!

Me deixe ter um momento de fã e dizer que sim, a saga inteira é genial por si só, mas a escritora de Harry Potter se superou em alguns momentos e eles devem ser exaltados sempre que possível. Afinal, nunca não é hora de idolatrar J.K. Rowling.

Para evitar de me empolgar e acabar criando o post mais comprido desse blog (e olha que eu já faço uns bem longos), acabei decidindo fazer a apreciação em tópicos. Vou dizer, meu cérebro chegou a reclamar na hora de escolher esses 7, porque, como sabemos, um momento dentro da saga está tão ligado ao outro – o que já é épico em níveis estratosféricos – que tudo se complicava por si só e todos os tópicos, no final, acabavam virando apenas um só que poderia ser resumido nos 7 livros completos.


  1. O primeiro pomo de ouro

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    Um dos mais clássicos e conhecidos, mas mesmo assim, um dos meus favoritos. Quem diria, lá no início, que o tal pomo de ouro que o Harry quase engoliu seria essencial para o desfecho da saga. Afinal, se ele tivesse o pego com as mãos, o pomo teria se revelado na frente do Ministro da Magia e toda aquela história de “I open at the close” não funcionaria e quem sabe no que isso refletiria, além de o Ron não surtar de ciúme por causa de outra horcrux que estava em seu pescoço é claro.

  2. A longa história do Snape

    Apesar de eu, particularmente, achar o tal “amor” do Snape, algo muito mais doentio do que amável, não posso negar a genialidade da história do personagem, afinal, é por conta de toda complexidade que, apesar de não ver o Snape como um romântico, continuo apaixonada e uma admiradora do personagem em si.

    Quem imaginaria, lá no primeiro livro a verdadeira importância do Snape em todo o enredo. Uma dica para apreciar isso é assistir os filmes, reler os livros ou simplesmente lembrar da história pelo ponto de vista do Snape. Mas não comece com o Harry indo para Hogwarts, mas na infância do Severo, analise de lá, dos Marotos, da possível morte da Lily, da relação disso com o Dumbledore e Voldemort! Veja pelo ponto de vista dele o Harry chegando lá e graças a todos os outros ocorridos, o que tudo isso realmente significava. Acredite em mim, é sensacional analisar os mínimos detalhes da saga pelo ponto de vista dele, momentos mínimos e quase insignificantes viram situações bem mais tensas e completamente emotivas.

    A algum tempo, um fã organizou os 8 filmes em ordem cronológica (afinal, existem flashbacks, a penseira e por ai segue, no final, a história fica melhor ainda), eu mesma, quando assisti isso na época, não imaginei o quanto ver aquilo na ordem em que aconteceu mudaria minha visão da história e deixaria a saga ridiculamente mais emotiva, pesada e intensa. Outra coisa que aconteceu foi que ao ver em ordem cronológica, o papel do Snape soou muito mais importante e maravilhosamente bem pensado do que eu era capaz de ver antes e olha que eu já considerava essa parte da história bem épica. Infelizmente, não consegui achar esse vídeo, apenas versões mais curtas que não cumprem a função, então deixo essa tarefa para a sua imaginação.

  3. O medalhão que ninguém conseguia abrir

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    Se prepare para ver como a Jo nos fez de trouxa. Na Ordem da Fênix, quando Harry chega ao Largo Grimmauld, ele e os mais novos recebem a tarefa de limpar a sede mas enquanto limpam uma das salas, eles encontram um monte de coisas bizarras, o que inclui “um medalhão pesado que nenhum deles conseguia abrir”, o qual aparentemente, acaba sendo a horcrux que Regulus não conseguiu destruir. Pois é, aquele medalhão mesmo que acabou na mão da Umbridge e causou um estresse absurdo já (aparentemente) esteve nas mãos do trio de ouro e eles simplesmente o ignoraram.

  4. A mão direita do Rabicho

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    No Cálice de Fogo, quando o jardineiro ouve Voldemort na casa dos Riddle, ele escuta Tom Riddle dizer ao Rabicho que, se ele for leal, terá permissão para realizar “uma tarefa essencial… uma que muitos dos meus seguidores dariam a mão direita para realizar”. Bom, no final do torneio tribruxo, o Voldemort pega literalmente a mão direita do Rabicho. Mas afinal, quem desconfiaria de uma frase desses não é? Outra coisa é o que a mão realmente faz no final das contas, mas, infelizmente a Warner tirou dos filmes.

  5. A importância da relação entre Grindelwald e Dumbledore

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    Dumbledore e Grindelwald (sim, eu shippo) se aproximaram muito graças ao apego que ambos tinham pelas Relíquias da Mortes (aqui entra toda a I Guerra Bruxa, e, ao que tudo indica, até o próprio Newt Scamander, mas isso é outra história e ah, tenho tantas teorias sobre isso). Mas voltando a questão, no futuro, Voldemort transforma uma das relíquias em uma horcrux prendendo na pedra da ressurreição um pedaço de sua alma, assim como em todas as outras horcrux, este pedaço tenta matar quem se aproxima e graças a essa fixação do Dumbledore com as relíquias da morte e sem saber que um pedaço da alma de Tom Riddle estava ali, ele colocou o anel e começou a adoecer até o momento que eventualmente morreria. Mas essa futura e inevitável morte deu a chance de décadas depois do trato entre o Snape e Dumbledore ser feito, o Snape matar Alvo, assim fazendo com que o professor de poções ganhasse total confiança de Voldemort, o que, como sabemos, foi essencial para o final da história! Além disso, o fato de que as relíquias estavam nas mãos do Dumbledore permitiu que ele colocasse a pedra dentro do pomo de ouro (que é o primeiro item desse post).

  6. Fred e George

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    Apesar de ser apenas mais uma das analogias históricas feitas pela Jo nos livros, isso não torna o fato menos mágico. Caso você não saiba, os nomes dos Weasleys são praticamente todos são em homenagem aos últimos monarcas do Reino Unido, mas Fred e George tem origens muito mais interessantes do que isso. George recebe o nome do rei George III, que ficou surdo nos últimos anos de sua vida (pegou a referência né?) e de quebra, ele herdou do trono após a morte do seu irmão, o príncipe Frederick de Gales. Obviamente, apenas mais um spoiler gigantesco que a J.K Rowling deixou bem diante dos nosso olhos, mas ninguém notou.

  7. Muitas dicas sobre o Perebas/Rabicho

    Em Prisioneiro de Azkaban a autora soltou outro spoiler forte sobre o desfecho do livro logo no início. Neste livro, o Rony dá a Harry um bisbilhoscópio de bolso de presente,  bom, basicamente, a função de um bisbilhoscópio é mostrar quando algo está errado ou existe algo suspeito, pois ele acende e gira nessa situações. Mas o que o Harry ganhou do Rony gira o tempo todo, o que faz com que o trio ache que ele está fazendo isso porque ele foi barato e simplesmente não funciona direito, mas descobrimos mais tarde que o bisbilhoscópio girava para indicar que havia uma pessoa não confiável perto deles o tempo todo, o único problema é que ele estava disfarçado de rato. Além disso, lembram do feitiço do Ron para deixar o rato amarelo bem no início do primeiro livro e quando ele também não conseguia transformar o Perebas em uma taça com o feitiço Veraverto? Já pensarem que ele pode não ter conseguido simplesmente pelo fato de que o rato na verdade, não era um rato? Também lembrem da história do rato ter uma vida exageradamente longa e é claro, do único dedo do Rabicho que foi encontrado e a falta do dedinho no Perebas. O que isso significa? Que, como sempre, a Jo conseguiu enganar todo mundo mesmo dando as respostas nas nossas mãos e quase jogando elas na nossa cara.


Esses 7 itens poderiam ser resumidos em “conexões geniais e discretas que a J.K. Rowling fez durante a saga”. Adoro esses detalhes, as mínimas ligações que pareciam tão bobas mas foram essenciais no final das contas. Por isso não canso de ler os livros, por isso muitos fãs fazem o mesmo. Sempre temos algo novo para descobrir. São esses detalhes imperdíveis que só são vistos relendo os livros que fazer desse universo todo realmente mágico.

No final das contas, como eu já disse no início, este post poderia ser bem maior, nem citei o quanto a simples existência das horcrux são geniais, ou como elas foram criadas; desconsiderei a origem do Voldemort (ou devo dizer Tom Riddle?) que é uma das partes dos livros que eu mais gosto apesar de estar fora dos filmes; não comentei sobre o Lupin que é o meu personagem favorito; sobre as profecias, enfim, daria para estender este post eternamente. Mas, por enquanto, vou me contentar em acabar com esse post aqui.

(J.D)


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